27 de março de 2017

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Ex-pastor ganha na Justiça ação contra a Igreja Universal

Igreja Universal é obrigada a indenizar ex-pastor
Interior da Catedral da Universal de Del Castilho, no Rio de Janeiro

A Igreja Universal do Reino de Deus foi obrigada a indenizar um ex-funcionário que trabalhou para a instituição durante 8 anos. A decisão foi dada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reconheceu o vínculo empregatício do ex-pastor. Ele disse ter trabalhado para a Universal entre 1999 e 2007, em regime de dedicação exclusiva, ou seja, o dia todo - sem qualquer outra forma de remuneração permitida. O pastor cuidava de um templo, realizava os cultos e fazia aconselhamento de pessoas. Porém, o problema teria sido a falta de empenho do pastor em conseguir atingir "metas de arrecadação". Por causa disso, seu salário foi diminuído e ele foi sendo mal visto pelos seus superiores.

Por fim, o pastor foi acusado de roubar uma parte das ofertas da igreja, coisa não comprovada. Como punição, ele foi enviado para um templo (igreja local) menor, passando a ser faxineiro e alvo de comentários maldosos. Depois, foi dispensado dessa função, tendo que procurar outro emprego para sobreviver. A Igreja Universal alegou que jamais teve relações empregatícias com o pastor, porém, pagava-lhe um "subsídio pastoral" para exercer uma função de "colaborador autônomo para os fiéis". O pastor conseguiu ganhar a ação, recebendo uma indenização de cerca de R$ 19 mil reais porque conseguiu juntar provas. Caso contrário, ficaria sem nada receber.
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